Bobagem Filozoófica

A filosofia busca saber, há 2.500 anos, o que é o “ser”, e todas as brilhantes mentes tentaram, sem sucesso, resolver essa questão. Se já é difícil saber o que são coisas bem conhecidas de todos, como o amor, a verdade, a justiça, etc, imagine tentar esse “ser” sem nada além dele mesmo!

Imaginemos, por um instante, que os animais pudessem ruminar, filozooficamente, tal pergunta a si mesmos, o que responderiam?
De forma alguma “ser” estaria desvinculado de algo bem objetivado, como a fome, o sono, o medo, a vigília, o cio, etc. Para os bichos, só essas coisas – coisas! – podem ser…Que utilidade teria “ser” sem nada mais além dele?

Entretanto, para o homem, “ser” insiste mesmo no nada. O paradoxo reside justamente na histórica ausência de resposta à eterna pergunta filosófica. Poderíamos forçar a barra e dizer que “ser”, simplesmente ele, objeta ironicamente uma pergunta boba que não tem resposta!

Todavia, para que os animais não “instintem” que nós humanos somos irracionais, demasiado irracionais, digamos, aqui, que “ser” mantém viva uma pergunta que fazemos quando não há nada mais a perguntar.

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